Como é decidido o percurso do Tour de France e os segredos da sua criação

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Os fãs do Tour de France adoram assistir à corrida, e às vezes ela passa perto de suas casas, mas como é planejado o percurso? A cada ano, cerca de 250 cidades se candidatam a uma vaga. Na França, a concorrência é acirrada. Às vezes, os prefeitos se inscrevem anos antes de sua cidade ser escolhida. A Amaury Sport Organization (ASO), organizadora, envia comissários gerais para visitar cada cidade e verificar se a inscrição é boa o suficiente.

Por que apenas 250 cidades competem pelas paradas do Tour de France

O processo começa com ambição. Os prefeitos querem que suas ruas sejam repletas de multidões entusiasmadas. Eles querem o impulso econômico. Mas ser selecionado é difícil. ASO tem regras rígidas. Eles enviam comissários para inspecionar cada cidade candidata. Esses comissários julgam a qualidade da apresentação. Não se trata apenas de boas vibrações. É sobre infraestrutura. É uma questão de segurança. É uma questão de logística.

Um prefeito pode se inscrever todos os anos. Eles esperam. Eles esperam. Às vezes, eles esperam muito. A cidade pode ser preterida novamente. A concorrência em França é particularmente intensa. Você precisa de mais do que apenas uma bela prefeitura. Você precisa de um plano que funcione para milhares de ciclistas, veículos de apoio e equipes de mídia.

O que limita a distância do percurso do Tour de France?

ASO enfrenta restrições reais ao projetar a corrida. A distância total não pode ultrapassar 3.500 quilômetros. Esse é um limite rígido. Você não pode simplesmente prolongar o drama. Existem outras regras também. A prova não poderá ter mais de duas etapas com extensão superior a 225 quilômetros em uma edição.

Por que esses limites?

  • Saúde do ciclista: Os ciclistas precisam se recuperar. Muito longo, muito difícil, e a corrida os quebra.
  • Segurança: Etapas longas aumentam o risco. Tempo, fadiga e caos se somam.
  • Logística: Realizar uma corrida como esta é uma operação militar. Estágios mais curtos são mais fáceis de gerenciar.

Essas regras mantêm a corrida competitiva e segura. Eles forçam os organizadores a serem inteligentes. Você não pode confiar em uma etapa de montanha brutal para decidir o vencedor. Você precisa de variedade. Você precisa de estratégia.

Onde começa o Tour de France?

A corrida nem sempre começa na França. Muitas vezes começa em outro país. Isso é um grande negócio. Isso traz atenção global. Isso torna a corrida verdadeiramente internacional.

Quem foi a primeira cidade a sediar a largada?

Foi em Amsterdã, na Holanda, em 1954. Esse foi o início de uma tradição. Desde então, muitas cidades já sediaram a etapa de abertura. Roterdã. Londres. Bruxelas. Cada um muda o sabor da corrida. Começa a viagem com um ritmo diferente.

Este início internacional não é apenas para exibição. Isso expande o alcance da corrida. Atrai novos fãs. Isso mostra que o ciclismo é um esporte global. O Tour de France não é apenas um evento francês. É um evento mundial que passa pela França.

Como a rota afeta o resultado da corrida?

A rota não é aleatória. É elaborado. Os organizadores olham o calendário. Eles olham para o tempo. Eles olham para os cavaleiros. Eles querem criar drama. Mas eles também querem manter a justiça.

A duração de cada estágio é importante. Uma etapa plana favorece os velocistas. Uma etapa de montanha favorece os escaladores. A combinação decide quem ganha. As regras sobre os organizadores da força de duração do palco

O leilão pela glória

A Amaury Sport Organization (ASO) dá a palavra final. Eles não escolhem apenas um mapa; eles examinam as inscrições das cidades anfitriãs. O cronograma é apertado. As decisões acontecem dois a três anos antes de o pelotão dar a primeira pedalada.

Assim que a ASO traça os limites, o verdadeiro trabalho começa para os habitantes locais. Não se trata apenas de honra. É uma questão de dinheiro.

O preço da hospedagem

As cidades não podem hospedar de graça. Pagam à ASO entre 50.000 e 130.000 euros. A taxa depende de sua função. Começando a cidade? Custo mais elevado. Linha de chegada? Também caro. Ambos? Você está olhando para a extremidade superior desse colchete.

Por que pagar tanto? Porque estar no Tour significa exposição global. Mas há um problema. O dinheiro é apenas a taxa de entrada.

Demandas de infraestrutura

Além da verificação, os municípios devem garantir melhorias rodoviárias específicas. Isso não é apenas cosmético. As estradas precisam lidar com centenas de toneladas de logística, multidões enormes e ciclistas empurrando 40 km/h em curvas cegas.

O governo local garante que o asfalto esteja liso, a sinalização seja clara e as rotas sejam seguras. É um enorme empreendimento logístico. Um pedaço ruim de asfalto pode atrapalhar a corrida.

A compensação

Vale a pena os milhões em custos ocultos? Para muitas cidades, sim. Ser apresentado na TV por uma semana impulsiona o turismo durante anos. Mas o investimento inicial é exorbitante. ASO define as regras. As cidades disputam o privilégio de sediar a mais famosa corrida sobre duas rodas.